segunda-feira, setembro 11, 2006

Sem explicação

A intuição é o conjunto de conhecimentos próprios adquiridos ao largo das múltiplas experiências do Ser, que lhe aflora à mente espontaneamente, sem necessidade de ninguém lhe transmitir nada, pois que tais conhecimentos pertencem ao seu universo peculiar e subjetivo de conhecimentos.

Bem, estes dias eu contei o evento do painel do elevador e vocês meio que se espantaram. Mas eu, já acostumada com alguns desses eventos, só fiquei assim, digamos, surpresa pelo acontecimento inédito. Contei, ainda, dos caminhões que me "perseguem". Na verdade, eu considero apenas uma coinciêndia ou, até mesmo, coisa de gente que não tem o que fazer e fica prestanto atenção em coisas inúteis no trânsito.

Agora, ontem eu li no blog da Thá (que está em todas, diga-se de passagem, rs) sobre uns pesadelos e, imediatamente, lembrei de um evento que me aconteceu na madrugada de sexta-feira pra sábado. Não foi nada assim tão demais mas, mais uma vez, foi uma coisa incomum. E não, não foi um sonho. Pode ter sido uma intuição forte. Ou não. Pode ser um dom, já que todos nós temos dons. Mas o nome não importa e, sim, o fato.

Então (é eu tenho mania de dizer "bem" e "então"), nas últimas semanas eu acordo diariamente às 3:00am e fico um tempão rolando na cama pra lá e pra cá. Na madrugada deste dia, eu acordo um pouco antes da seguinte forma: meu celular, que estava no criado mudo, tocou e me acordou. Simultaneamente, escutei uma pessoa conhecida, que não vou dizer quem é, me chamando ao que, imediatamente, sentei-me. Não consegui identificar se a pessoa estava brava ou desesperada mas o fato é que me chamava alto como se o intuito fosse realmente se fazer notar. Estiquei a mão e peguei o celular. Não tinha chamada perdida, nem nada. Nada que indicasse que havia tocado. Acendi a luz e não havia nada, só o sentimento daquela presença ali.

Eu já contei que quando alguém que eu gosto muito pensa em mim, eu ligo pra ela e vice-versa. Mas, ouvir a pessoa me gritando de madrugada foi a primeia vez. De qualquer forma, eu acredito que esta pessoa estivesse pensando em mim mesmo. Mas o que eu deveria fazer? Ligar às duas e pouco da madrugada? Não, né?! Mas eu pretendo, ainda esta semana, descobrir porque raios eu fui chamada.

Ah, e antes que vocês me perguntem se eu não fiquei com medo: não, não fiquei. Por que? Porque é uma pessoa que eu gosto muito e se estava precisando de mim, não me faria mal algum. E se não fosse essa pessoa realmente? Se fosse alguma coisa do mau, eu não tenho medo porque eu acredito que um bem muito maior está olhando por mim a qualquer hora e em qualquer lugar, ainda que eu não seja merecedora. Eu fico com a primeira hipótese. E vocês, o que acham?

6 comentários:

thais disse...

eu teria ligado, às duas da madruga e não tô nem aí.
vc colocou o enredeço do seu blog no comentário sobre o Sayid.

beijo

Anônimo disse...

ah, eu não ligo meeeesmo pra ninguém, depois das 22h. A menos que tenha sido previamente combinado. Ah, eu já tirei a limpo a história e a pessoa estava mesmo pensando em mim. Cuidado com o que pensam de mim por aí, viu?! rsrsrs eu perguntei, como quem não quer nada, sem contar o acontecido.

renata penna disse...

Concordo com vc, Si. Acho q a gente tem q ficar sempre com a hipótese mais positiva. Se ficar sempre pensando no q pode ser de ruim, a gente não vive. Bjs!

Bia disse...

eu penso que é um "se ligue"
sabe,tipo vai lá...
eu sempre procuro entrar em contato o + rápido com a pessoa

Simone disse...

então, a pessoa me procurou agora. porque não sei se valeria a pena, nesse caso especificamente, EU entrar em contato. vamos ver se quer ajuda mesmo ou só encher o saco mais um pouquinho.

denize disse...

eu acho que isso é pura física quântica. vc sabe, eu sou uma pessoa da ciência...